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WhatsApp é o canal onde o paciente brasileiro já fala com a clínica, e a mensagem de mão única, sem canal de resposta nem realocação da vaga, não mexe na falta. No único ensaio randomizado brasileiro que encontramos, 998 pacientes de um hospital universitário de Vitória, em 2019, receberam ou não uma mensagem de WhatsApp 48 horas antes: a ausência ficou em 24,0% contra 25,5%, com p de 0,580 (Rodrigues e colegas, Revista Cubana de Información en Ciencias de la Salud, 2020). O que muda o resultado é o conteúdo e a resposta: a mensagem que declara o custo concreto da consulta perdida levou a falta de 11,1% para 8,4% (Hallsworth e colegas, PLOS ONE, 2015). E marcar sozinho, medido num portal de prontuário e não no WhatsApp, deu 2,7% de falta contra 4,6% de quem marcou com um atendente (Woodcock, Sen e Weiner, JAMIA, 2022). Os artigos abaixo detalham a mensagem de confirmação, o agendamento pelo paciente e o recado sem retorno.
7 artigos, do mais novo pro mais antigo.






